30 novembro 2013

EXEMPLOS - desafio nº 56

Já foste alertado!
Ao veres a prova encontrada perceberás a verdade. Ainda que te deixe alterado, que te doa, verás o quanto foste parvo.
Tudo parece agora entornado. De nada te adiantou seres bem entroncado, julgando-te grande e forte.
Aquela mulher, a diva que havias entronado a vida toda, mostrara que o “caldo” estava agora derramado.
Foste  sempre servil!
Mas ainda que traves diante o fato ao saber, logo sairás das trevas. Sentirás o sabor dos livres!
Chica, 64 anos Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil 

Perfeita
Sentado no divã da vida, qual diva aguardando ser servida. Ninguém é mais servil, podemos fazer a escolha de ser livres. Qual desejo encontradoentroncado nos pensamentos que vagueiam nas trevas de um mundo alterado. Onde cada um por si é alertado das opções de suplantar o outro. Não vertas mais a tua energia para essa ideia de separação. Eu decido aquilo a que me dedico. Não traves a tua vida procurando poções mágicas, tu és perfeita.
Paulo Renato, 38 anos, Maia

– Olha só o que foste fazer! Tu, o Senhor das Estradas, entalado! Eu bem te disse "Não sejas parvo! É bom que traves!" Já está o caldo entornado!
– O trânsito está todo alterado! Podias me ter alertado!
– Alertei!
– Eu é que decido! Afinal, sou eu que dedico tempo a estudar as linhas rodoviárias!
– Quando foste entronado? Tu, o Rei do entroncado! Também deves ter realizado uma prova?
– Serei encontrado!
– Estás enlatado, não perdido!
– Perdido nas trevas! Contigo!
Laura,10 anos, Oeiras

Já me tinham alertado para este efeito, mas o meu coração ficou completamente alterado assim que te vi. Alergias? Não, ficou parvo, enfeitiçado pelas poções preparadas pelo olhar e sorriso que tens. Tenho várias opções, mas decido que deixo de ser servil à vida e que te dedico os meus dias. Quero partilhar alegrias e tempos livres, quero ser tua companheira, tua diva!
E a prova é esta: estou no divã, e só penso em te ter.
Catarina Azevedo Rodrigues, 40 anos, Lisboa

Ali, folhas soltas caíam graciosamente. Cada gota de orvalho, uma prova da beleza daquele sítio.
Quando cheguei, fiquei alterado. Algo estava mal.
– Aqui há gato! – exclamei.
Minha mãe já me havia alertado. “As bruxas fazem poções, envenenam-te e não te restam muitas opções para sobreviveres! E não te metas com as trevas!”.
– Deixa-me! – respondi, mexendo orgulhosamente na gola do blusão. Senti-me parvo, devia tê-la ouvido.
– Trava! Só quero que traves! – ouvi.
 Acordei, vendo o primo aos saltos.
Carolina Longle, 11 anos, Odivelas

– Pelas trevas, para mim foi obra da diva. – Um preguiçoso encolher de ombros acompanhou as palavras de Albertina estendida no divã.
Do exterior, chegou um som alterado, recordando a ambos a presença de Albino, que alertado saíra em busca da prova.
Encontrado o parvo que dera vida à confusão, nem o facto de ser entroncado o salvou.
– Não percebes… – justificou-se o rapaz servil. – Elas cacarejavam empoleiradas nas traves, pedindo para ser livres, eu só abri a capoeira.
Quita Miguel, 54 anos, Cascais

Parabéns
Dia de alegria, para alergia basta o frio. Os saltos altos e o penteado com as pontas soltas a emoldurar o rosto, uma prova que não a apanham a fazer figura de parva. O divã não é vida. E quem é servil não é livre. Não fora por isso e não alterava a rotina, mas fora alertada. São opções das quais surgem poções de magia. Hoje surge uma história nova e cantam-se os parabéns em 77 palavras.
Alda Gonçalves, 46 anos, Porto

Escárnio
– Era só o que faltava. Agora que lhe arranjei as traves, diz-se enjoado – vociferava a diva estatelada no divã a maldizer a vida. – Ó sorte. Valia mais dizer que está enojado, o parvo. Decido em dar-lhas, para que acondicione o animal, e, alterado, acusa-me de fazer troça dele. Quer maior prova do meu apreço, este insensato a quem dedico os meus tostões? Bem que me havias alertado para estas trevas… Tem cuidado, sua desnaturada, não vertas isso.
Carina Leal, 30 anos, Coimbra

Uma questão de limpeza 
O procedimento fora alterado; os serviços camarários tinham alertado para as poções a aplicar nos canais de escoamento da praça, mas surgiram opções.
– Só eu decido como limpar a banca, pois a isto dedico muito tempo.
– Não traves as minhas escolhas; não vertas tanta água, rapariga!
– Oh vida, coitada, julga-se diva...
– Não sou servil; livres não são só os pássaros!
– Ai, que o teu Santo não está aqui entronado e não falta muito esteja o caldo entornado.
Elisabeth Oliveira Janeiro, 69 anos, Lisboa

Um Pouco Basta
Na minha vida sempre fui fácil, por muito entalado que te pareça. Basta-me um pouco de atenção, não precisas ser uma diva para que te faça. Não são as tuas opções que me trazem alterado. Eu trago o coração enlatado mas estas canções são a prova do que te dedico. Se há poções, dá-mas com urgência. Sou parvo mas sigo porque decido. Queres-me servil de paixões e tens-me alertado, tenho-as para além de ti, mas são livres.
Salvador Fachada, 25 anos, Lisboa

O ator entroncado do filme "Não vertas nas traves de trevas ", não tinha encontrado outras opções de viajar. Apesar de ser alertado, ficou enjoado durante o voo. Teria entornado poções, talvez?
Coitado, a vida do entronado parvo é uma prova. Ficou alterado, outra vez no divã. Sentia-se enojado entalado, mesmo enlatado dentre os lugares livres.
Decido-me a trata-lo como diva. Afinal, sou hospedeiro servil e dedico-lhe como calmante "champanhe”.
Theo De Bakkere, 60 anos, Antuérpia, Bélgica

Sonho... ou pesadelo?
Fui alertado. Previsão de mau tempo. Viajava em alto mar.
Sentia-me enjoado ao pensar na situação. Não tinha opções. Decido permanecer inerte no divã olhando as traves através das trevas.
Que vida!
Iria ficar ali entalado, seria encontrado por algum tripulante entroncado, servil ?
Estava enojado vivendo certos pormenores. 
Acordei, então percebi, sonhava!
Projeto alterado, dedico o resultado a poções mágicas dalgum produto enlatado posto à prova por algum parvo.
Que pavor!
Mas enfim, somos livres de sonhar!
Rosélia Palminha, 65 anos, Pinhal Novo 

Estava sentado, de estômago alterado, quando fui alertado para olhar o prato.
Decido enfiar, goela abaixo, uma garfada. Dedico-me àquele momento. Não é que vejo uma diva deitada num divã, olhando para mim? Ai, vida! Fiquei parvo, estaria a pôr-me à prova
Entalado com um pedaço de atum, fiquei enlatado. Pum!
Entroncado e de sorriso no canto do lábio, senti-me feliz por tê-la encontrado.
As suas poções mágicas não me deram outras opções – meu estômago ficou enamorado!
Sílvia Mota Lopes, 43 anos, Braga

A verdade é que me dedico séria e empenhadamente a realizar várias empreitadas ao mesmo tempo, mas depois não me decido! Por exemplo: passo a vida no divã, qual diva entalada entre cobertores a ler um bom livro, ou fico enlatada neste cubículo a admirar as lombadas que forram as prateleiras prateadas? Entre mil títulos como opção encontrarei a fórmula da poção mágica para prolongar a vida à medida da lista que pretendo ler antes de morrer?
Helena Frontini, 53 anos, Regueira de Pontes, Leiria

Estou de humor alterado, não fui alertado antes.
Meu gato de estimação andava enjoado e agora estou enojado!
Está entalado no meu pescoço, contaram-me que escolheu outro dono.
Sempre fui servil, dedico os dias livres para alimentá-lo.
Não tenho muitas opções, só algumas poções de peixe enlatado.
Agora sumiu, está entronado na casa da vizinha, vi-a feliz da vida, folgada, entornada no divã com meu gato, se achando uma diva.
Decido procurar outro gato. Serás eternamente parvo... 
Ângela Maria Green, 56 anos, Novo Horizonte – Estado de São Paulo - Brasil

Hora de acordar 
Acorda, menino Luís, já é de manhã, não faças manha, nem sejas preguiçoso!
Depois de o ter alertado, a mãe vai à despensa ver as porções de frutas que precisa de comprar.
Mãe, temos dois dias livres porque há exames na escola...
E pensas que te furtas às tuas responsabilidades? Não quero que sejas servil, mas o horário não deve ser alterado.
Que outras opções tenho? Estou enjoado!
Enojado? Não sejas parvo, já te ponho à prova...
Regina Graça, 49 anos, Coimbra

Sou uma bruxa por minha OPÇÃO
Chamam-me DIVA da bruxaria.
DEDICO o meu tempo a uma POÇÃO
que enche a VIDA de fantasia
e me desarruma o coração…
Se vêm queixar-se de DESAMOR.
Eu, sem DEMORAS, ALERTO a magia
e tudo em que toco vira amor,
tudo o que é triste vira ALEGRIA.
DECIDO que a vida é uma emoção,
ALTERO a ordem das sinfonias
E os sons perdidos são como ALERGIAS
ÁRIDAS RISADAS do meu coração!
Isabel Lopo, 67 anos, Lisboa

Arrependimento
Tito estava alterado. Tinham-no alertado mas ele não dera ouvidos, quisera casar e agora arrependia-se.
Ela levava vida de diva, sempre recostada no divã, a ele cabia-lhe ser servil, obediente. Como gostaria de ser como os seus amigos: livres.
Prova isto – disse ela –, vamos não sejas parvo.
– Que é?
– Bombom! Não faças cara de enojado!
– Estou um pouco enjoado.
– Toma uma das tuas poções, com tantas, tens várias opções!
Baixou a vista, estava farto, ele próprio tinha-se entalado.
Carla Silva, 39 anos, Barbacena, Elvas

Pedro era um padre argentino e ignorante. Mas tinha poder e usava-o durante a missa, sem amor nem paixão. Em Roma ensinaram-lhe que a emoção era inimiga da fé e assim ele encaminhava uma gente cada vez mais rota e podre, como um rato que, desesperado, leva à boca o primeiro alimento que encontra e morre envenenado, sem poder respirar. A fé é cega. Mas não se dobra o cabo das tormentas sem ver o rumo norte.
Tiago Viana, 36 anos, Parede

Não sou servil
Já me tinham alertado, que andas alterado, e muito enjoado não sejas parvo, não comas tanto enlatado, que faz mal.
Quando me decido, a partilhar contigo a minha vida, o divã, e o amor que te dedico, tomas opções de quem quer ficar nas trevas. Não quero saber que ponhas traves e não me dês prova
Do teu amor nem que não vertas, lágrimas de crocodilo.
Somos livres, e nem tu nem eu, temos de ser servil.
Maria Silvéria dos Mártires, 67 anos, Lisboa

Coração enojado
Sentada no meu divã olhava, impacientemente, o livro da minha vida, à espera de encontrar na trave alguma solução. Há muito que aquela opção, tinha entroncado o meu coração sobre poções de amor. E ali estava eu, sentada, a chorar... O remorso encontrado era grande... "Não verta mais lágrimas", pensava. Tinha sido alertada para aquela situação... Agora nada poderia fazer, porque ela já se encontrava alterada. Aquela prova até o mais parvo deixava enjoado. Que coração enojado!  
Ana Sofia Cruz, 16 anos, Valongo

– Sai do divã, minha divaamor da minha vida! Estamos de partida para Roma.
– Como? A sardinha enlatada estava verde. Sem dever, assustei-me, fiquei entaladaEnojada vomitei e fiquei enjoada!
– Que posso fazer por ti?
– Refaz a minha cama! Sinto ardor e a cabeça a rodar.
- Já decido que fazer, minha vida te dedico. Veste a saia e chama as aias. Pede-lhes algumas poções e terás várias opções.
– Quem dera, mas arde!
– Aqui estão! Escolhe! Bebe!
– Serenou.
Fátima Fradique, 40 anos, Fundão

Pensamento
Há que ser belo o anelo do amor.
Arar coração, possibilitar,
Deixar um vão, janela aberta...
Livres sem traves ou trevas.
Do íntimo vertas bondade,
Sê generoso, fiel sem ser servil.
Simplicidade é lugar onde ele mora, pessoa rara.
  
Dedico esses versos sem rima,
Com mira certa, aos que oram a paz,
Olena, Amir, Omar, tanto faz.
Aqui, em Roma, qualquer lugar...
Decido a dádiva da vida (Life) brindar,
No divã da coerência refletir,
Preconceitos, intolerâncias afastar!
Roseane Ferreira, Estado do Amapá, Macapá, Extremo Norte do Brasil

A meteorologia tinha alertado. O mar estaria alterado. Enjoado, Rui vomitava. Pedro estava enojado. Como era possível? Só enlatado não veria tal espetáculo. Estava decidido: dedico agora atenção ao parvo e resolvo o assunto.
 Prova isto, é uma das minhas poções. Não temos mais opções!
Não resultou. Rui era entroncado. Amarrou-o ao leme. Entronado segurava o leme. Procurou o rádio. Tinha-o encontrado. Não funcionava, pois Rui tinha entornado café para cima dele. Sim, estava entalado… Restava esperar…
Amélia Meireles, 62 anos, Ponta Delgada

Andava passo a passo naquela galeria, engoli-a sapos! Não podia fazer barulho. Coisa que o danava e lhe provocava alergia. Estava de má vontadeQueria nesse Advento visitar a tia do Iraque. Mas enfim, agora tinha que aguentar.
Na aula de matemática, a má disposição voltava. Detestava os colegas betinhos. Durante o dia, sentia-se só e abandonado, pela noite, observava a lua, daí, cavaquear com as estrelas.
A cada instante, a alma lusa navegava em mares distantes…
Andrea Ramos, 39 anos, Torres Vedras

Que grande parva me saiu! Quer uma prova? Mas não vê que ele está alterado?
Se eu a tivesse alertado… Mas já é crescida para tomar conta da sua própria vida!
Prefere ficar no divã a sonhar ser diva! Acredita ter encontrado, naquele tipo entroncado, o Adónis dos seus sonhos! Até fico enojada, diria mesmo, enjoada, com a cegueira da rapariga!
Acorda! Não vertas baboseiras, importa é que traves essa alucinação, essas trevas que te hipnotizam! Acorda!
Carla Augusto, Alenquer

Tinha sido ENCONTRADO. Há dias que deambulava
sozinho pelas ruas da cidade.
Estava um pouco ALTERADO, falava mal da VIDA,
Mas não se sentia SERVIL. Apenas se sentia PARVO,
por ter ficado ENTALADO nas OPÇÕES que tomara,
sem ser ALERTADO.
A PROVA das POÇÕES não foram LIVRES.
Apenas serviu para ficar ENJOADO e ENOJADO.
Embora fosse ENTRONCADO, e não gostasse de nada
ENLATADO, vivia sonhando, com a tal DIVA e o DIVÃ,
que era dividido pelos dois.
Natalina Marques, 57 anos, Palmela

Opções
Aquilo que eu decido,
É prova do meu sentir,
Agora não me dedico
Afirmar e repetir!

Sentes-te muito enjoado?
Cuidado com as poções!...
Estás nas trevas, enojado,
Fruto das tuas opções!...

Porque dormes no divã,
Não vertas melancolia,
Não corro mais de manhã
A tratar-te da agonia!

Avisei-te e foste parvo…
E rastejaste servil,
Até ficares enlatado
Na escumalha mais vil!...

Estamos livres! – É tramado?!...
Porque não sou tua diva?
Considera-te entalado
Na tua escolha de vida!...
Maria do Céu Ferreira, 61 anos, Amarante

Quando decido realizar uma prova para ingressar na Faculdade, tu, alterado, opuseste-te.
Pensas que sou servil? És rei para seres entronado?
Não sou nenhuma diva enjoada. Tinhas sido alertado que somente uma mulher fútil, enojada, aprecia depender financeiramente do marido.
As mulheres ambicionam ser livres de machismo parvo.
As opções de trabalho conseguem-se pelo estudo e não com poções mágicas.
Com emprego, dedico a vida à sociedade.
Não destruirás o meu futuro, como leite entronado no divã.

Susana Sofia Miranda Santos, 38 anos, Porto

No divã...

Já me tinham alertado para este efeito, mas o meu coração ficou completamente alterado assim que te vi. Alergias? Não, ficou parvo, enfeitiçado pelas poções preparadas pelo olhar e sorriso que tens. Tenho várias opções, mas decido que deixo de ser servil à vida e que te dedico os meus dias. Quero partilhar alegrias e tempos livres, quero ser tua companheira, tua diva!
E a prova é esta: estou no divã, e só penso em te ter.

Catarina Azevedo Rodrigues, 40 anos, Lisboa

Desafio nº 56 – usar 14 anagramas insólitos e divertidos

Perdido nas trevas... contigo!

– Olha só o que foste fazer! Tu, o Senhor das Estradas, entalado! Eu bem te disse "Não sejas parvo! É bom que traves!" Já está o caldo entornado!
– O trânsito está todo alterado! Podias me ter alertado!
– Alertei!
– Eu é que decido! Afinal, sou eu que dedico tempo a estudar as linhas rodoviárias!
– Quando foste entronado? Tu, o Rei do entroncado! Também deves ter realizado uma prova?
– Serei encontrado!
– Estás enlatado, não perdido!
– Perdido nas trevas! Contigo!

Laura,11 anos, Oeiras. Externato Marista de Lisboa
Desafio nº 56 – usar 14 anagramas insólitos e divertidos

Perfeita

Sentado no divã da vida, qual diva aguardando ser servida. Ninguém é mais servil, podemos fazer a escolha de ser livres. Qual desejo encontradoentroncado nos pensamentos que vagueiam nas trevas de um mundo alterado. Onde cada um por si é alertado das opções de suplantar o outro. Não vertas mais a tua energia para essa ideia de separação. Eu decido aquilo a que me dedico. Não traves a tua vida procurando poções mágicas, tu és perfeita.

Paulo Renato, 38 anos, Maia

Desafio nº 56 – usar 14 anagramas insólitos e divertidos

33? Ora...

No talho, uma senhora excessiva e arrebicada estava na fila à espera da sua vez.
Quando um garoto entrou na loja, a vaidosa mulher percebeu que o moço estava a fixar-se ela e perguntou:
– O que é que há, rapaz?
– A senhora tem 33?
– 33? Diga... – E dirigiu-se lisonjeada aos circunstantes: – Tenho muito mais anos!
O rapaz olhou com estupefação para ela e disse:
– Entendi que dizia o número da senha que tirou ao entrar na loja.

Theo De Bakkere, 60 anos, Antuérpia, Bélgica

Desafio nº 33 – Pegando em “Diga 33”, ou qualquer outra versão do 33