01 março 2017

Desafio nº 116

Vamos lá passar fome de letras…

Sabendo que teremos de falar do Zé Júlio, merceeiro do fundo da Rua do Prior, a quem roubaram mercadoria, que história contamos sem T e sem H?

Parece difícil? Não é, acreditem…
Eu escrevi assim:
Já se ouvia Zé Júlio aos berros… Naquele dia, com razão! O roubo da mercadoria, em pleno dia, deixara-o sem palavras, só berros. Laranjas, cebolas, espinafres e nabiças, morangos e peras, já para não falar do reboludo encarnado, proibido aqui, delicioso nas saladas. Desaparecera aquilo em menos de dois segundos, dizia, exagerando a coisa. O polícia, rabiscando num papel ensebado alguns pormenores, não queria saber. Andava cansado de roubos. Júlio sabia disso e ainda mais berrava! Desgraçado…
Margarida Fonseca Santos, 56 anos, Lisboa
Desafio nº 116 – Zé Júlio sem T nem H

4 comentários:

  1. Olá Margarida.
    Um bom conto para o estressado Zé Julio.
    Um bom desafio.
    Que a semana esteja leve e alegre.
    Bjs

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    1. Coitadito do Zé Júlio, vamos dar cabo dele!!!
      Obrigada, um beijinho grande, e que por aí tudo corra ebem

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  2. Adorei o bafafá por lá! Linda história! Te mandei a minha! bjs, tudo de bom,feliz MARÇO! chica

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    1. Foi? Boa, sempre muito despachada!
      Vou tratar disso daqui a nada, estou ainda a organizar tudo.
      Um grande beijinho, Chica

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