30 março 2017

Fernando Guerreiro ― desafio nº 117

Sempre aquela palavra: psoríase. Oito letras cravadas no dia-a-dia. Desde que o médico confirmou o pior cenário, a tragédia estreou. Pensava sempre que risos e sussurros alheios eram escárnio ou desdém. Foi assim até ao dia em que o seu olhar se emaranhou nuns olhos que viam para lá da pele.
Desde então, o seu presente deixou de ser passado. E a pele, outrora manchada, era agora o mapa de uma paixão com muito caminho para andar.
Fernando Guerreiro, 40 anos, Odemira
Mais textos em: www.microcontos.pt
Desafio nº 117 – uma história para ajudar a combater a psoríase

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